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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Voltei. De novo. Mas dessa vez com algo pra dizer.
Pois sim, não tenho postado por pura preguiça. Uma vez que você para um dia, no outro você desanima um pouco mais, e mais no outro, e assim progressivamente. 
Até que acontece alguma coisa bem diferente e você escreve.
Então que eu vou ia de chinelo pra faculdade. Havaianas slim, sabe? Ia com elas porque é o calçado mais confortável do mundo. Nem sapatilha, nem tênis, nem nada ganha das havaianas slim em matéria de conforto. 
Aí ontem, eu estava indo com a Lena - vulgo menina do cabelo rosa, ou ex-menina do cabelo rosa, já que ela mudou a cor de novo - no bloco da Física, ver o Rodrigo. A Lena ia ver o Bruno, nota. Esse bloco é um tanto longinho do bloco onde temos aula.
E lá ia eu, feliz da vida e muito confortável, até tropeçar no ar. Porque sério, não tinha nada na minha frente a não ser o chão. Sou um desastre, não adianta.
E eu arrenbentei o chinelo. E justo nesse dia, eu não havia levado um reserva na bolsa.
Sempre levo um chinelo quando saio com outro sapato, porque se o primeiro me irritar, tiro as super-slins da bolsa e recupero a calma.
Mas, eu estava com elas, não havia chinelo pra levar.
Então, recapitulando: parada no meio do campus, munida de um pé de havainas normal e um destruído, indo ver o Rodrigo eeeee, pra piorar, com um evento pra ir em seguida, porque não daria tempo de voltar pra casa.
Uma beleza.
Bom, fui descalça.
Fui mesmo.
Que se há de fazer numa situação dessas, se não rir da própria cara, não é mesmo?
Voltei com o pé absurdamente preto pra casa. Mas ao menos me rendeu uma postagem

Mudando de assunto, eu sinceramente não entendo meu emocional. Tá certo que ninguém deve entender, mas, se é meu diário eu preciso escrever essas coisas, não é?
O que acontece é que, quando uma coisa me aborrece, me aborrece de verdade. Meu estômago dói, minha voz muda, e assim todas as vezes que lembro do acontecido. Mas o que mais me irrita é que, racionalmente, sei pesar o que é sério e o que não é. Mas quem disse que meu estômago me acompanha?
Aí fico sem saber que atitude tomar, uma vez que o peso teoricamente não é grande. Mas, se não é, por que me sinto assim?
Viu, é complicadíssimo.

Enfim, por hoje é só, estou tomando coragem pra voltar com postagens se não diária, ao menos frequentes.

Beijosbeijos mil, Elen ;)

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Um fatinho


Ah, só mais uma coisa.
Derrubei meu celular na privada. Brincadeira né?
Agora só funciona no tranco.

Beijosmil, Elen ;)

Botando em dia o Querido Diário - ou não tão em dia assim


Há dois dias me deu na telha ouvir Engenheiros. Até agora assim.
Mas, sim, fiquei ausente toda essa semana... em compensação, estou lotada de pensamentos e sensações pra registrar.
Apenas nas duas últimas semanas senti realmente o que é estar na faculdade. Provas e a redação de um artigo ocuparam praticamente cem por cento do meu tempo. No que sobrou fiz aquelas coisinhas básicas, como respirar ou comer.
Comer, bem lembrado!
Gente, eu não dei sorte dia desses! Todo mundo sabe que uma das minhas sete paixões principais é o sorvete. Aliás, eu nunca contei, mas deve ser por aí, existem tantos "setes" importantes.
Deixa eu ver... Rodrigo, família, amigas, sorvete, ficção, Psicologia, FarmVille... É, que eu lembro agora são sete. 
Mas voltando, acho que nunca havia me empenhado tanto em tantas coisas ao mesmo tempo, fiquei até surpresa.
E agora estou numa sensação de alívio, que quase tem gosto de chocolate.
E por falar em faculdade, acho que vou ter ataques de nostalgia a vida toda. Tive um no carro, indo atrasada pra aula - como sempre -.
Vi uns aluninhos do Ensino Médio, que nem eram da minha antiga escola, mas... me vieram tantas lembranças, tão gostosas. Algo como flashes.
FLASH.
Eu e as meninas no corredor. Um pouco de sono, torcendo em segredo pro professor faltar, intervalo da primeira pra segunda aula, ligeiramente frio. Alguns cubos mágicos. Algumas fofocas. Risadas e a sensação indescritível de fazer parte de um grupo, de saber que ali estão pessoas que, mesmo sem nenhum laço sanguineo, me amavam como irmã e eu a elas.
FLASH.
Hora do intervalo. Eu tentando arrastar uma das quatro até a sorveteria comigo. O sol já forte. Consigo uma companhia, e peço sorvete de chocolate ao tio da sorveteria. Sem cobertura, como sempre, diz ele. Já me conhece há três anos e minhas preferências sorvetísticas.
FLASH.
Churrasco na casa da Jackye. Anoitecendo, por volta das 19 horas. Ajeitamos as coisas, relembramos nossa oitava série, nostalgia dentro de nostalgia. Chega nosso amigo, começamos o churrasco. Sempre demora. Nunca ligamos. Comemos carne dentro da piscina, que está sempre gelada, e eu sempre tremo. Temos sempre os mesmos assuntos. Adoramos isso.
FLASH.
Educação Física. Aquele garoto nerd, que conheci pelo msn um dia antes. Decido que vou conversar com ele. Estava brava, porque nunca conseguia conversar ao vivo com as pessoas que conhecia na web. Um pouco de Oasis e Romantismo, ele ia ter prova, e estava falando para memorizar, ou algo assim. Descobri depois.
Ele é o Rodrigo.
FLASH.
Início do namoro. Intervalo de novo. Eu nunca ia na sala dele vê-lo, nem ele na minha. Não sei da parte dele, mas, eu ia na cantina com o intuito de encontrá-lo, "casualmente". Frio na barriga, rubor no rosto. Sem saber como agir, medo de desagradar, de não saber como namorar. E a delícia que é estar apaixonada e ser correspondida.
FLASH.
Formatura. Me maquiando, ansiosa. Muito depois, tirando fotos com as pessoas que jamais quero esquecer. Sorrisos, tantos,  com as meninas. Um abraço, tão lindo, no garoto que esteve comigo o ano todo, namorado e melhor amigo.

E essas são só algumas pérolas, do meu colar de 2009. 
Que saudade que dá.
E agora estou correndo com as coisas da faculdade. Eu e meu grupo super ótimo lindo incrível maravilhoso de BBC redigimos nosso artigo em tempo record. E ficou mesmo uma graça, quero um dez!
No finalzinho de hoje, sexta feira, decidi que queria estar um pouco com o Rodrigo. Pouco nos vimos durante a semana, e sempre depressa demais. 
Ele veio aqui em casa. Me ensinou o conceito de Derivada. Eu prestei bastante atenção, e entendi - só não me peçam pra explicar - mas, precisei fazer força pra isso.
É tão bonita a felicidade dele em lidar com Física, ou com cálculo, ou, enfim. Tão bonito. Eu precisava me forçar a prestar atenção no papel ao invés de pensar como ele ficava bonitinho empolgado daquele jeito.
Acho que quem me vê falando como uma menininha apaixonada de 13 anos não imagina que temos um tempinho considerável de namoro.
Espero que dure muito mais.
Agora a noite estava falando com a Jackye no msn. Nenhuma de nós com novidades.
Fiz mais uma das minhas pesquisas curiosas no msn hoje. Ri com o Davi, discuti com o Ricardo - adoro nossas discussões, sempre legais -, não tirei nenhuma conclusão específica.
Ai resolvi escrever e cá estou.
E por hoje é só.

Beijosbeijos mil, Elen ;)

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