quinta-feira, 27 de maio de 2010

Manhã de quinta


Se tem algo que nunca vou deixar ninguém ver, é quando estou dançando Stayin Alive, pós banho.
Nuuuunca, meu Brasil.
Eu empolgo sabe, não fica legal.
Mas sim, não postei ontem porque fiquei com preguiça. Entretanto, o dia em si foi legal. Fui ao cinema com a Lena - também na esperança de encontrar as meninas por lá, mas, nada delas - assistir Robin Hood. Legal que calculei errado o tempo de filme e precisei sair meia hora antes do fim, pois do contrário eu poderia perder a chamada.
Tá certo que o professor se atrasou exata meia hora e a chamada foi lista para assinar, mas, detalhe.
O lado bom é que não gostei do filme. Sou mulherzinha mesmo, admito. Ahh, qual a graça de um bando de flechas, sangue e gente feia e suja?
Acho que ficaria melhor se eu estivesse por dentro do contexto histórico, mas, só fui pensar nesse detalhe quando já estava devidamente sentada na minha poltrona da última fileira, envolta por casaisinhos e abraçada com a minha bolsa de poás.
Porque né, o Rodrigo tinha compromissos, e não estávamos lá muito bem também.
Aí hoje, minha irmã me acorda 6h39, e não consegui mais dormir.
Vou fazer um trabalhinho de História da Psicologia e enrolar um pouco.
Mudando de assunto, cara, eu sempre digo que Elton John é minha alma gêmea perdida. Adoro ele!
É bom me sentir ok, há alguns dias estava com a minha percepção meio alterada. Acho que deve ser o mesmo efeito de fumar maconha. Se algum leitor aí já fumou, me avise, que nunca usarei. Fiquei péssima, e pior, sem nem saber o motivo.
Devo estar cansada, sei lá. Já me acostumei com minhas olheiras, desde o terceiro ano não sumiram.
Se você aí está para fazer vestibular, escute o que estou dizendo: não fique com olheiras, porque elas tendem a se tornar permanentes.
Bem, por hoje, ou por enquanto, é só isso.
Ah não, não é, mais tarde volto com novidades.

Beijosbeijos mil, Elen ;)

Ps - escutem Skyline Pigeon, é tããão linda!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Hmm


Cheguei na faculdade pra descobrir que não tinha aula. Por um lado foi bom, Antropologia ainda não me fisgou. Por outro também, já que acertei detalhes de um trabalho com o pessoal.
Bem, não tive nada, nada messssmo, de interessante hoje.
Exceto que meu olho parece voltando ao normal.
Vi o Rodrigo, ele tirou dez em cálculo. Dez.
Gente, dez.
Enfim, eu queria mesmo ter algo interessante pra contar, mas, não ando tão animada e nem pretendo gastar energia pensando em como parecer animada, visto que isso aqui é um diário.
Por hoje é só.

Espero dias mais animados...

Beijosbeijos mil, Elen ;)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Eu não acredito.

Tive um ataquezinho pessoal ontem a noite, e dormi mal. Aí hoje cedo, chega a Maeli: "você está com umas olheiras horríveis" Eu sei", eu disse. "Não, não tem idéia, muito grandes mesmo!"
Adoro.
Mas, pra coroar, nada como um terçol interno. Hahahaha. Tive um desses há uns dois anos, e não foi legal parecer um sapo. Cara, incha. Fica vermelho. Nos olhos!!!
E, delícia das delícias, ir pra aula de óculos. Meus óculos de lentes de 4,25 graus.
Beijos.

Desejem-me sorte, vou precisar.
Beijosbeijos mil, Elen ;x

domingo, 23 de maio de 2010

Prometo.

Amanhã. Sono... ZzzzZzzzzzzZzz...

sábado, 22 de maio de 2010

Sábado reflexivo


Nenhuma ficção me escapa, se próxima de mim. Aliás, escapam quando as considero chatas demais para ocupar meu tempo. 
A da vez, e não me orgulho de dizer isso, é Gossip Girl, O Início. Trazido pela minha irmã e arrebatado por mim assim que entrou no meu campo de visão, o livro é, indiscutilvemente, em todos os significados da palavra - se é que há mais de um - fútil. Fútil, tão fútil, que só me prende a atenção por reunir num só lugar tudo aquilo que detesto, e assim, me dando base para mais uma postagem. Ok, confesso que também porque adoro falar mal dos outros, mesmo personagens de ficção (por mais Gossip Girl que isso pareça).
As relações no livro são tão, por falta de expressão melhor, e muitas vezes literalmente, por baixo dos lençóis.
Algo que desde meus 14 anos defini que não queria para mim. Se gosto de alguém, eu digo. Se estou brava, eu digo. Se tenho ciúmes, se penso alguma coisa, eu digo. Se não gosto de alguém, me afasto. É simples, é claro.
É apenas questão de não esconder quem sou. Mas as pessoas no livro...
Enfim. Pouco depois dessa reflexão rápida, resolvi sair da minha vida de blogueira sedentária e fui correr no parque (não que Maeli, minha irmã e companhia tenha me permitido, porque ela não conseguia correr dois metros sem parar e eu precisava esperá-la).
A caminho de lá, como sempre, comecei a devanear no carro. 
Fico vendo as pessoas que tenho adicionadas no orkut. Tem um monte, entre homens e mulheres, que basta ver a foto do perfil para saber que, se tivessem um pouco mais de dinheiro - e arrisco, um pouco mais de classe - , não exitariam em viver no estilo GG. Umas garotas com cabelo alisado, tingido de loiro, peitos grandes e com letras de sertanejo no perfil. Uns garotos "muleke piranha", com fotos forçando músculos, ratos de academia, treinando o corpo ao invés do cérebro. Nos álbuns, fotos de festas, todos bêbados, todos causando.
E todos com muitos, muitos amigos, numa alegria infinita.
De novo, arrisco, aparentemente infinita.
Aí me olho, cabelos castanhos, peitos pequenos, sem beber, sem fumar, sem saber muito bem como agir no meio de várias pessoas. E espero, com um acervo cultural um pouco maior.
Confesso que várias vezes me peguei pensando em tingir o cabelo e viver a vida mais despreocupadamente. É terrível tentar fazer um pouco a diferença, e ver todos os olhares se voltarem para as aparências, e ficar de novo, a menina do cabelo castanho, ali no cantinho.
Rodrigo me deu uma injeção de ânimo esses tempos, quando comentava o quanto me sentia feia com meus cachos. Gravei só a parte que achei muito fofa: "Elen, cada uma das mechas tem sempre uma forma única. É uma beleza infinita, não sei porque as pessoas não percebem isso".
Algo assim. Eu adorei.
Entretanto, por vezes é difícil segurar a insegurança, mesmo desprezando todo esse mundo Gossip Girl sertanejo - ou funkeiro, ou família restart, ou qualquer um desses movimentos modistas sem letra nem melodia - .
Então hoje, quando cheguei no parque, finalmente coloquei fim das caraminholas. Vi uma cena tão bizarra, mas tão bizarra, que me senti a pessoa mais culta do mundo.
Um bando de menininhas de uns 14 anos, botinhas de cano curto, sainha e blusinha no mesmo estilo, como um uniforme, dançando algo no estilo Britney, misturado com Pool Dance (numas estruturas de madeira que servem para alongamento), enquanto dois meninos gravavam um vídeo.
So sexy, haha.
Gente, 17 horas da tarde. Parque lotado. E... isso!
Depois dessa decidi que estou muito bem, obrigada, com meu cabelo  bagunçado e meu cérebro felizmente um tantinho mais desenvolvido.

Beijosbeijos mil, Elen ;)

Ps - Decidi retirar a enquete. Quando tomei a decisão de criar um blog ao invés de um fotolog, foi porque queria ser reconhecida pelas minhas idéias e não pela minha aparência. Postando fotos isso perde o sentido, e, admito, eu ia me sentir muito egocêntrica.




sexta-feira, 21 de maio de 2010

Um fatinho


Ah, só mais uma coisa.
Derrubei meu celular na privada. Brincadeira né?
Agora só funciona no tranco.

Beijosmil, Elen ;)

Botando em dia o Querido Diário - ou não tão em dia assim


Há dois dias me deu na telha ouvir Engenheiros. Até agora assim.
Mas, sim, fiquei ausente toda essa semana... em compensação, estou lotada de pensamentos e sensações pra registrar.
Apenas nas duas últimas semanas senti realmente o que é estar na faculdade. Provas e a redação de um artigo ocuparam praticamente cem por cento do meu tempo. No que sobrou fiz aquelas coisinhas básicas, como respirar ou comer.
Comer, bem lembrado!
Gente, eu não dei sorte dia desses! Todo mundo sabe que uma das minhas sete paixões principais é o sorvete. Aliás, eu nunca contei, mas deve ser por aí, existem tantos "setes" importantes.
Deixa eu ver... Rodrigo, família, amigas, sorvete, ficção, Psicologia, FarmVille... É, que eu lembro agora são sete. 
Mas voltando, acho que nunca havia me empenhado tanto em tantas coisas ao mesmo tempo, fiquei até surpresa.
E agora estou numa sensação de alívio, que quase tem gosto de chocolate.
E por falar em faculdade, acho que vou ter ataques de nostalgia a vida toda. Tive um no carro, indo atrasada pra aula - como sempre -.
Vi uns aluninhos do Ensino Médio, que nem eram da minha antiga escola, mas... me vieram tantas lembranças, tão gostosas. Algo como flashes.
FLASH.
Eu e as meninas no corredor. Um pouco de sono, torcendo em segredo pro professor faltar, intervalo da primeira pra segunda aula, ligeiramente frio. Alguns cubos mágicos. Algumas fofocas. Risadas e a sensação indescritível de fazer parte de um grupo, de saber que ali estão pessoas que, mesmo sem nenhum laço sanguineo, me amavam como irmã e eu a elas.
FLASH.
Hora do intervalo. Eu tentando arrastar uma das quatro até a sorveteria comigo. O sol já forte. Consigo uma companhia, e peço sorvete de chocolate ao tio da sorveteria. Sem cobertura, como sempre, diz ele. Já me conhece há três anos e minhas preferências sorvetísticas.
FLASH.
Churrasco na casa da Jackye. Anoitecendo, por volta das 19 horas. Ajeitamos as coisas, relembramos nossa oitava série, nostalgia dentro de nostalgia. Chega nosso amigo, começamos o churrasco. Sempre demora. Nunca ligamos. Comemos carne dentro da piscina, que está sempre gelada, e eu sempre tremo. Temos sempre os mesmos assuntos. Adoramos isso.
FLASH.
Educação Física. Aquele garoto nerd, que conheci pelo msn um dia antes. Decido que vou conversar com ele. Estava brava, porque nunca conseguia conversar ao vivo com as pessoas que conhecia na web. Um pouco de Oasis e Romantismo, ele ia ter prova, e estava falando para memorizar, ou algo assim. Descobri depois.
Ele é o Rodrigo.
FLASH.
Início do namoro. Intervalo de novo. Eu nunca ia na sala dele vê-lo, nem ele na minha. Não sei da parte dele, mas, eu ia na cantina com o intuito de encontrá-lo, "casualmente". Frio na barriga, rubor no rosto. Sem saber como agir, medo de desagradar, de não saber como namorar. E a delícia que é estar apaixonada e ser correspondida.
FLASH.
Formatura. Me maquiando, ansiosa. Muito depois, tirando fotos com as pessoas que jamais quero esquecer. Sorrisos, tantos,  com as meninas. Um abraço, tão lindo, no garoto que esteve comigo o ano todo, namorado e melhor amigo.

E essas são só algumas pérolas, do meu colar de 2009. 
Que saudade que dá.
E agora estou correndo com as coisas da faculdade. Eu e meu grupo super ótimo lindo incrível maravilhoso de BBC redigimos nosso artigo em tempo record. E ficou mesmo uma graça, quero um dez!
No finalzinho de hoje, sexta feira, decidi que queria estar um pouco com o Rodrigo. Pouco nos vimos durante a semana, e sempre depressa demais. 
Ele veio aqui em casa. Me ensinou o conceito de Derivada. Eu prestei bastante atenção, e entendi - só não me peçam pra explicar - mas, precisei fazer força pra isso.
É tão bonita a felicidade dele em lidar com Física, ou com cálculo, ou, enfim. Tão bonito. Eu precisava me forçar a prestar atenção no papel ao invés de pensar como ele ficava bonitinho empolgado daquele jeito.
Acho que quem me vê falando como uma menininha apaixonada de 13 anos não imagina que temos um tempinho considerável de namoro.
Espero que dure muito mais.
Agora a noite estava falando com a Jackye no msn. Nenhuma de nós com novidades.
Fiz mais uma das minhas pesquisas curiosas no msn hoje. Ri com o Davi, discuti com o Ricardo - adoro nossas discussões, sempre legais -, não tirei nenhuma conclusão específica.
Ai resolvi escrever e cá estou.
E por hoje é só.

Beijosbeijos mil, Elen ;)

Ps - Hei, você, visitante legal do blog! Me ajuda na enquete?